Diplomação oficializa resultado das urnas e é condição formal para que presidente eleito tome posse em 1º de janeiro.
O presidente e o vice-presidente eleitos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) serão diplomados nesta segunda-feira (12) no plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A cerimônia acontece em Brasília a partir das 14h.
A diplomação oficializa resultado das urnas e é condição formal para que o presidente eleito e o vice tomem posse em 1º de janeiro — que e é quando o mandato começa.
O presidente e o vice-presidente eleitos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) serão diplomados nesta segunda-feira (12) no plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A cerimônia acontece em Brasília a partir das 14h.
A diplomação oficializa resultado das urnas e é condição formal para que o presidente eleito e o vice tomem posse em 1º de janeiro — que e é quando o mandato começa.
As diplomações acontecem desde 1951, mas foram suspensas durante o regime militar, de 1964 a 1985. A solenidade foi retomada em 1989, com a redemocratização e a eleição de Fernando Collor de Mello.
Solenidade de diplomação
O evento de diplomação será realizado no plenário do TSE. De acordo com o tribunal, aproximadamente mil pessoas foram convidadas para acompanhar a solenidade.
Ainda, segundo a Corte, Lula e Alckmin serão conduzidos ao plenário por dois ministros do Tribunal Superior Eleitoral, os quais serão escolhidos pelo presidente do TSE, Alexandre de Moraes. A mesa oficial da solenidade será composta por autoridades do Judiciário, do Executivo e do Legislativo.
De acordo com o TSE, a solenidade da diplomação se dará da seguinte forma:
- Presidente do TSE, Alexandre de Moraes, abre a sessão;
- Hino nacional é executado;
- Presidente e vice eleitos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) recebem diplomas;
- Presidente diplomado discursa;
- Presidente do TSE discursa.
Posse
É na cerimônia de posse que a faixa presidencial, instituída em 1910, é passada de presidente para presidente.
última vez que isso aconteceu entre dois presidentes eleitos foi há mais de uma década, quando Lula passou a faixa para Dilma Rousseff, em janeiro de 2011. Reeleita em 2014, Dilma sofreu um impeachment e, por isso, quem passou a faixa a Jair Bolsonaro em janeiro de 2019 foi Michel Temer, vice eleito na chapa da petista.
A cerimônia de posse também obedece a uma série de etapas e ritos oficiais, como o desfile presidencial em carro aberto, a posse no Congresso e o discurso no parlatório do Planalto.
A coordenação dos preparativos está a cargo da futura primeira-dama do Brasil, Janja. Segundo ela, a posse seguirá o roteiro institucional, com “pequenas e poucas alterações” em relação ao que tradicionalmente ocorre.

